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Como começar à jogar RPG no estilo Old School? Use First Quest!

Essa é uma pergunta que me fiz há muito tempo caro cavaleiro, mas não obtive uma resposta imediatamente. Depois de perambular por muitos módulos, cheguei finalmente à uma conclusão da melhor maneira de começar. E essa maneira pode ser aplicada tanto para jogadores veteranos, como também para jogadores novatos.

Recentemente estou começando uma pequena nova mesa, com apenas três ou quatro jogadores, alguns deles são veteranos formados na “nova escola”, já um deles ainda não conhece bem o hobby. Então como “migrar” para o Old School? Bom, o primeiro passo é necessariamente escolher um sistema, e isso não é uma tarefa tão simples: existem muitos retro-clones dos Dungeons&Dragons publicados antes da edição 3.0, existem ainda os próprios D&D’s antigos e muitos outros sistemas que combinam bem o temática de fantasia medieval e não deixam nada à desejar. E então? Bom, no caso de uma mesa com jogadores veteranos e um iniciante a melhor opção é por um sistema simples para não traumatizar o novato com regras, e ao mesmo tempo um sistema clássico e eficiente para não deixar os veteranos decepcionados. Que sistema é esse? Poderia ser Old Dragon, ou algum retro-clones como Labyrinth Lord, mas esses retro-clones tem muitas regras e livretos bastante completos e complexos para o nível: “não entendo nada desse jogo” de iniciante no RPG.

A melhor ideia é adotar um sistema razoável, uma versão fast play, talvez. Entre os fast-plays disponíveis temo D&D fast-play do Jeff Grub, em inglês, mas só com 18 páginas que ainda incluem uma pequena aventura. E o famigerado First Quest. Mas, First Quest não está fora de linha? Está sim e é bastante raro, mas existe imortalizado nos sites de downloads mundo à fora. Você pode baixá-lo imprimi-lo e jogar. O módulo de regras de First Quest também contém somente 18 páginas, sendo uma parte com regras mais simplificadas e outra com regras detalhadas, essa divisão é ótima para quem está introduzindo algum jogador porque ele não tem que aprender uma série grande de regras de uma vez só, deixando-o mais à vontade durante a sessão. Os jogadores veteranos também não ficarão decepcionados porque se trata de um sistema clássico (Advanced Dungeons&Dragons) que a medida que o jogo evolui o sistema evolui também com a aquisição de módulos que expandem raças, classes, cenários, etc.

Opa! Alguém falou em cenário aí?! O cenário também é um importante fator para iniciar o Old School, cenários como Forgotten Realms, Gray Hawk, Mystara e Dragon Lance são altamente indicados, mas deve-se observar, também, para não começar com tramas muito complicadas que façam os jogadores quebrarem mais a cabeça que divertirem-se. Outros cenários também podem ser adaptados como A Terra Média, Arton ou Dark Sun. Particularmente, estou louco para jogar uma partida de Dark Sun com o velho AD&D.

A escolha da aventura é outro fator importante começar com uma aventura simples, clichê e direta é o ideal, afinal de contas os veteranos já sabem o que fazer, o iniciante não terá dificuldades em acompanhar o ritmo de interpretação e todos terão, ao final da aventura, uma ótima impressão de como funciona o jogo, o sistema e o cenário (em menor medida). Ao final dessa aventura converse com os jogadores, explique se existe a possibilidade de uma campanha, pergunte o que eles gostaram, o que eles não gostaram, também pergunte o que eles gostariam de ver em uma aventura, que tipos de personagens eles gostariam de ser e que tipo de monstros gostariam de enfrentar. Se as respostas forem completamente diferentes do que você preparou, encare bem as coisas e mude o que precisa ser mudado, afinal RPG é diversão. Mude o cenário se for preciso e até mesmo o sistema, não hesite e nem faça “birra” de que o jogo é seu e tem que ser como você quer. Adapte o jogo aos jogadores, para que eles queiram voltar sempre e jogar mais o velho jeito de se jogar.

A seguir, elaborei uma lista de cenários tipos de aventuras e ganhos para o First Quest que você pode usar para começar o seu jogo:

Forgotten Realms:

É o clássico dos clássicos dos cenários de RPG de fantasia medieval, se parece muito com a Terra Média de Tolkien, mas como muito mais magia. Existem guerras constantes, monstros que espreitam no subterrâneo, elfos negros, demônios, e pragas que vem de tentativas frustadas de usar a magia para saciar a ganância de algumas raças e reinos.

Recomendo Forgotten para jogadores que gostam muito de masmorras, saquear, matar e pilhar covis de montros, guerras e jogos políticos.

Não recomendo para jogadores iniciantes com certa deficiência de interpretação e percepção de mistérios dentro do jogo.

O First Quest ganha com Forgotten Realms principalmente na quantidade de monstros que são adicionados, além das raças clássicas: meio-orc, drow, ogro, construtos, fadas, gnomos, etc.

Dragonlance:

Também é um clássico, como tudo no Old School, com muitos romances e detalhamento do mundo de Krynn, dragonlance é uma ótima pedida para jogadores mais maduros e que gostam de interpretação.

Não recomendo para jogadores ansiosos por regras, combates e acumular pontos de XP.

O First Quest não ganha muito, exceto pelo maior detalhamento do cenário. As raças e classes não diferem muito das clássicas. Inclusive a maioria dos protagonistas do cenário são humanoides clássicos: humanos, elfos e anões.

Mystara:

 

Para Mystara vale o mesmo de Dragonlance.

Dark Sun:

Altamente recomendado para jogadores com certo nível de experiência. Dark Sun é um mundo quase que hiboriano, com o máximo de dificuldades possíveis para se sobreviver. É um mundo desértico sem metal em abundância ou magia. Mas muitos poderes pisiônicos e personagens altamente fortes. Dark Sun é um cenário cruel com os jogadores, porém altamente excitante, pois consegue deixar os personagens à flor da pele de tanta atenção para que não sejam mortos na próxima rodada. Recomendo para jogar o RPG Old School não como fidelíssimo à escola velha, mas como um clássico do RPG e do AD&D que quebra um pouco o vínculo constante com o estilo de espada e magia!

Agora, camarada, é só sentar e jogar!

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Video do Mestre dos Magos: “Um ótimo cenário Old School: Caverna do Dragão.”

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Trilas sonoras para o seu RPG de fantasia medieval.

Quanta emoção você sente quando está assistindo um filme e começa aquela música de suspense? Grande parte da emoção dos filmes começa com a música de fundo que dá ritmo a trama. Opa! Trama? Suspense? Emoção? Isso é RPG? Claro que sim!

 

A muitos anos atrás nós compravamos caixas e mais caixas de AD&D que vinham com um CD de áudio. O CD não continha músicas, mas sim falas de personagens e monstros que ajudavam os novos jogadores na interpretação. Os mais conhecidos eram First Quest e Karameikos, mas existiam outros em outros cenários como Ravenloft. Inclusive, eu ainda tenho o meu CD de aúdio de Karameikos que, vez por outra, me ajuda bastante com jogadores iniciantes.

Mas o que quero dizer neste artigo é que as mesas de RPG podem ter um toque especial se você utilizar músicas de fundo, existem inúmeros CD’s e trilhas que você pode incorporar durante sua mesa e programar o mycrosystem por trás do escudo! A pedida inicial é simples.

Você como mestre pode rastrear trilhas sonoras de filmes na web para usar de fundo, separe uma música emocionante para os combates com monstros menores e músicas de suspense e ação para aquele combate que provavelmente será incerto, mas que decidirá o fim da aventura. Eu separei algumas trilhas que me ajudam de acordo com cada gênero, geralmente as uso em campanhas mestradas na minha casa ou na casa de amigos, afinal é meio incômodo andar com aquele som pra lá e pra cá. Não uso o som de celulares – a não ser que ele possua alto-falantes portáteis – o som é ruim e os jogadores forçam os ouvidos o que torna o jogo cansativo.

 

StarDust: Baseado no romance juvenil de Neil Gaiman, o filme é de fantasia ficando entre medieval e o steampunk(falo de navios voadores e vestimentas). Particularmente utilizo bastante na fantasia medieval que nas minhas campanhas é bem maquiada com cavaleiros, princesas, espadas mágicas e capas esvoaçantes. Hehehe

 

O Gladiador: O filme tem um trilha que é um barato! Existem sons de animais entremeados nas músicas, além dos sons possíveis sons naturais dos ambientes. Ótima para campanhas com muito combate e drama. Particularmente eu a uso em campanhas que se passam em DarkSun.

A Cruzada: Se você gosta de Dark Sun, cerca de metade dessas músicas podem ser usadas para colocar um clima árabe na aventura. Mas se você gosta de fantasia medieval mais puxada para a realidade, como em GreyHawk ou Legião então utilize esse de trilha.

Para aqueles que são fãs de Heavy-Metal, ainda existe uma banda chamada Rhapsody (Rapsódia no português) que faz músicas baseadas em cenários de fantasia medieval. As letras das músicas narram epsódios fantásticos como Warrior of Ice do álbum Legendary Tales. Veja um trecho da letra:

Demons of abyss wait for my pride on wings of glory I’ll fly brave and brave I’ll stop your madness your thirst for blood to bring them peace where love must reign A while ago the elder told dark will fall again my land will see the light no more my beloved Algalord My horse run wild the beast is back to conquer my reign the sea the hills rivers and lakes call my holy name Fight your holy war raise your mighty sword and ride You’re the chosen face the evil son of holy ice Mighty warrior for the legend ride again from the hills for peace and love to the sea of gold my land must be free.

O cenário é um mundo chamado Algalord onde se passa a maioria das tramas descritas nos álbuns da banda, mas seria preciso mais de um artigo para falar de quanto RPG está por detrás das músicas do Rhapsody. Por hora fica para os amigos a dica das trilhas sonoras para as campanhas em mundos de fantasia medieval. Se você quiser ainda pode utilizar outras trilhas para outros mundos, como Transformers para aventuras cyberpunk, ou trilhas de filmes de terror para jogos como Call of Cthulhu ou em Ravenloft mesmo.

Abraços e continuem jogando.

originalmente publicado pelo OMetredosMagos em: http://www.paragons.com.br/?p=22708

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Aventura para Mystara, AD&D 1ª edição escrita por Bruce Heard!

Bruce Heard é um escritor de RPG, basicamente. Francês, de mãe francesa e pai americano, trabalhou na TSR por longa data tendo sido contratado pelo próprio Gary Gygax para traduzir o material em inglês para francês. Escreveu intensivamente para o D&D primeira edição e para o AD&D, além de contribuir ativamente para a Dragon Magazine. É um dos grandes contribuidores do cenário Mystara (lembram de Karameikos? É, pois é!), e agora, de quebra, blogueiro!

Hoje mesmo, dei uma passadinha lá no Módulos RPG do Beltrame, tamanha a surpresa quando vi o título: “Aventura para Mystara por Bruce Heard”. Após momento “faniquitico” de RPGista, pensei em escrever algo sobre Bruce Heard, mas vejo que é desnecessário. Ele mesmo tem seu próprio blog o “New… and to be improved”, nome bastante sugestivo para um blog que ele acabou de começar. De mão beijada, assim facinho, facinho ele dispnibilizou umas idéias para o D&D, uma aventura, e o início de um pequeno conto em duas partes. Tudo da melhor qualidade, como eu não poderia de também manifestar meu apoio aqui vai mais um post de links relacionados para o blog do Bruce Heard.

O bom e velho Karameikos: terra de aventuras! Eu ainda tenho!

Um blog, mesmo que ainda “new… and to be improved” como diz o título, merece todo reconhecimento e acessos! Pessoal, acessem e não façam cerimônia ao elogiar Bruce Heard!

Congratulations Bruce!

New… and to be improved (blog pessoal do Bruce Heard)

The Dog Days of Rougeain (Aventura para AD&D 1ª edição!!!!)

The Crucible of Thoth (Conto)

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Escudos Old School Imprimíveis!

Nada é tão Old School quanto um velho DM Screen, mas eles são difíceis de achar, ainda mais se você os quer em boas condições. Outra coisa altamente Old School é produzir suas próprias tranqueiras RPGísticas, isso remete à um passado em que não tínhamos tanto acesso à material de RPG. A maioria era importada, em inglês, xerox ou em português de Portugal. Então escudos, mapas, cards e miniaturas eram algo bastante, raro (dados também!), era comum que jogadores se juntasse para comprar um único suplemento, sorteasse o original e todos tirasse xerox do livro (fiz, isso algumas vezes!). Assim, surgiam miniaturas de papel, escudos plastificados com colagens de tabelas xerocadas dos livros e etc. Com o passar do tempo, surgiram produtos mais acessíveis ao bolso brasileiro (como First Quest). Relembrei esses tempos fazendo esses dois PDF’s, que estou disponibilizando. O primeiro é um escudo genérico que você pode preencher com as tabelas e regras que quiser, depois basta imprimir e plastificar com plástico duro (geralmente encontrado em copiadoras), em seguida basta unir as folhas umas às outras com durex para dar a capacidade de dobrá-las.  O segundo escudo é o do Labyrinth Lord que pode ser imprimível em papel A4 40kg ou 60kg e dobrado diretamente depois de colados (solução, mais barata ainda que a plastificação, porém não tão segura contra água, por exemplo), também pode ser preenchido com as regras que quiser.

Eu imprimi o escudo do Labyrinth Lord e adicionei mais uma folha para que aumentasse a quantidade de regras disponíveis para mim (também disponibilizei para vocês aqui). Depois que imprimi em papel 40kg, recortei as sobras e colei, depois dobrei e copiei as regras que queria lembrar ou sempre ter a mão.

Este é o escudo genérico com imagens do AD&D fast play, First Quest, AD&D livro do jogador, etc. Clique aqui para baixar (4 shared)

Escudo do Labyrinth Lord, adicionei a última página que possui o logo do blog. Clique aqui para baixar.

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Vídeo do Mestre dos Magos: Apresentação de o feiticeiro da montanha de fogo.

Neste vídeo apresento brevemente o livro-jogo “O feiticeiro da montanha de fogo”, livro de 1986 muito semelhante ao RPG e completamente Old School!

Imagens de pessoas, livros e outras coisas que falei no vídeo:

O livrinho que apresentei no vídeo.Os grandes autores da série. Ian Livingstone (de azul) e Steve Jackson (de preto).A nova edição da Jambô.Na Inglaterra o livrinho também virou boardgame, e para os amantes de jogos eletrônicos também existe uma versão para Nitendo DS.

 

Os links que citei no vídeo são;

Download de “Titan: o mundo de aventuras fantásticas” (é preciso cadastrar-se no 4shared)

Blog Aventuras Fantásticas somente sobre a série

Jambô editora (livros jogos)

 

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Mas finalmente, o que é RPG Old School mesmo?

Ultimamente rolam-se os dados por qualquer jogo que pinte por aí ( e às vezes nem de dados precisamos!), não estou fazendo uma crítica, mas dizendo que isto é uma coisa muito boa. O RPG mundial tem crescido de “vento em popa” e recrutado cada vez mais adeptos. No entanto, com o crescimento do nosso Hobby, também vem os problemas, igual a uma enorme família que cresce.

Muitos jogadores começaram blogs, sites, e novos sistemas chamados de retro-clones – sistemas que procuram simular a mecânica de jogo do D&D de Gary Gygaz e Dave Arneson e o grande AD&D – esses jogadores começaram uma iniciativa que corre o mundo tentando revitalizar a “velha chama” do RPG.

O lançamento da 4ª edição do D&D esquentou mais ainda a discussão. A 4ª edição levava mais a fundo a edição 3.x, as mudanças agora eram drásticas e, em muito, lembrar RPG’s jogados no computador e os MMORPG’s, com seus algoritmos de jogo complicados. A 4ª edição trouxe novas raças: tieflings, dragonborns. Outro ponto de discussão é raça dos halflings que a partir da 3ª edição “chutaram o pau da barraca” e se tornaram elfos pequenos, magros, esguios, superágeis. Isto quer dizer que um ladino halfling agora podia se tornar um causador de dano voraz, como um verdadeiro rastejador das sombras que causa ataques poderosos cheios de luzes – uma coisa do tipo “duas meias luas pra frente e segura o botão que dá ‘fatality’!” – os antigos jogadores, como eu, acha que o espírito de hobbit ladrão morreu com Tolkien e Bilbo Bolseiro.

A dispersão foi grande mais uma vez, e mais e mais jogadores rumaram para o lado Old School.Old School Rocks!

O Old School é uma iniciativa de recriação, realmente nostálgica e de reinvidicação pela não descaracterização do D&D, ou pelo menos da temática medieval de espada, magia, honra, bravura, etc. que possuía o nosso antigo poderoso jogo. O Old School preza pela boa jogabilidade (sistemas simples, mecânica de fácil aprendizagem, e semelhança com D&D), pelo clima “dungeoncrawler” (um grupo de aventureiros dentro de uma masmorra para cumprir uma missão), pelos monstros clássicos (orcs, goblins, minotauros, vampiros, cobras, ursos, tarrasque e outros), e por desafios mais interessantes que os ditos encontros – puro combate – isto é, no Old School, dentro de um masmorra vocês tem que escapar de armadilhas, labirintos, deficrar enigmas, recuperar objetos para poder sair da masmorra, são problemas que desafiam a mente dos personagens e pedem interpretação dos jogadores maiores do que “eu me escondo nas sombras (rola d20) e faço um ataque pelas costas! (rola outro d20) No total tá 5d8+15 de dano!” E lá se vai o feiticeiro lich da aventura…

Por exemplo, um dragão Old School não é Ashardalon (The Wrath of Ashardalon”) ele é Smaug de “O Hobbit” que espreita na escuridão, dorme sobre uma pilha de tesouros, é astuto e vil. Smaug não realiza ataques de oportunidade, ele chamusca a montanha e para derrotá-lo é preciso cerca de uma semana espreitando seu covil, e não morre com um combinho qualquer.

Old School, em muitos jogos, resume a prática dos alinhamentos: ordeiro, neutro e caótico e esses alinhamentos são levados à sério e podem inclusive influenciar na aquisição de pontos de experiência. Diferente dos jogos mais recentes, onde os alinhamentos servem apenas para auxiliar a interpretação sem mais comprometimentos.

O Old School preza pela memória de Gary Gygax e suas produções, principalmente pela versão original do Dungeons&Dragons. Existe, inclusive, uma iniciativa para continuar a produção de suplementos para a versão original de D&D a OSR que possui um pequeno manifesto convidando jogadores a se juntarem a nação da escola velha. (clique aqui para acessar o manifesto OSR)

Finalmente Old School é jogar à maneira antiga, old fashion way mesmo. É relembrar, por exemplo, o estilo de “Caverna do Dragão”, é se divertir, acima de tudo da maneira que mais gostamos.

Seja bem-vindo ao mundo da escola velha.

Links relacionados:

http://d3system.com.br/guia-d3system-rpg-old-school/

http://rpgoldschool.wordpress.com/

http://metagamers.com.br/2011/12/rpg-old-school-um-rascunho/

http://guildadosblogueirosoldschool.blogspot.com/

http://modulosrpg.blogspot.com/

http://dungeoncompendium.blogspot.com/

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